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Infecção urinária atinge mais as mulheres. Conheça os tipos e saiba se prevenir!

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Logo de cara, vamos aos dados! De acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (www.nih.gov) uma em cada cinco mulheres sofre de infecção urinária, seja na infância, na adolescência ou na fase adulta. Até mesmo durante a gravidez a incidência de infecção urinária é mais forte nas mulheres.

Tudo isso ocorre em função da anatomia do corpo feminino, pois o ânus, a vagina e o canal da uretra estão muito próximos de forma que micro-organismos específicos de um órgão contaminam outro. Aliás, a infecção urinária nada mais é do que a infecção bacteriana mais comum no ser humano. Trata-se da multiplicação de micro-organismos invasores na urina, que podem atacar os rins e as vias urinárias.

Há três tipos de infecções urinárias mais comuns:

Do total de casos, 70% são vulvovaginite – infecção na pele que recobre a abertura da vagina. É o tipo mais comum de infecção urinária, geralmente causa dor e ardência ao urinar, além de se notar um corrimento.

25% são cistite - afeta a uretra e a bexiga, causando dor, ardência e urgência para urinar. Pode ocorrer sangramento. Com o passar dos dias, pode se tornar crônica.

5% são pielonefrite – prejudica, principalmente, os rins. Pode ser consequência de uma cistite que não foi totalmente curada. De todos os casos, é o pior e pode ocasionar dor lombar, febre, pouco fluxo de urina, ardor etc.

Em 90% dos casos a mesma bactéria que habita no intestino é encontrada na urina. Elas migram através do canal uretral e seguem em direção à bexiga e aos rins.

Os principais sintomas da infecção de urina são dores e ardências ao urinar, mas também podem surgir urgência para urinar e mudança na coloração da urina. A infecção pode piorar se o organismo estiver com imunidade baixa, pois isso facilita a proliferação dos micro-organismos.

Como fazer a prevenção – A alimentação correta eleva a imunidade. Procure ter uma dieta balanceada e consumir alimentos ricos em vitaminas e minerais. A vitamina C, que está presente em grande quantidade nas frutas cítricas, é uma ótima aliada da imunidade.

Beba, no mínimo, dois litros de água por dia. Quanto mais hidratado o corpo estiver, mais o aparelho urinário estará ativo e, consequentemente, afastará a infecção.

E, finalmente, tenha atenção máxima com a higiene. O método de limpeza é sempre da frente para trás. Use lenços umedecidos durante o dia. O indicado é que haja higiene da área íntima pelo menos uma vez por dia, na hora do banho. Sabonetes íntimos, lenços umedecidos e protetores diários preservam a higiene da área íntima.

Alguns tecidos, por não deixarem a pele respirar direito, colaboram para a proliferação de bactérias, pois criam um ambiente quente e umedecido. O ideal é usar roupas íntimas feitas de algodão, pois o tecido é leve e preserva a transpiração natural da pele.

Por fim, após toda relação sexual, procure urinar!

Claro que essas dicas são preventivas… Se a infecção urinária chegar e persistir, procure o seu ginecologista. Só ele poderá indicar o tratamento correto e mais efetivo!

Quem escolhe o dia de ir à praia é você, não seu ciclo menstrual

filtro-solar-fps-sol-veraoToda mulher já passou por isso: depois de um ano cheio de trabalho e estresse, você está de férias, na casa de praia com os amigos, sem nenhuma preocupação na cabeça, e ela, a temida menstruação, aparece sem ser convidada. E com ela, além do desconforto de não poder ir à praia com aquele biquíni que você adora e ficar a vontade, vêm a irritação, as dores, os inchaços… A menstruação inesperada pode acabar com os seus momentos de lazer e relaxamento.

A boa notícia é que hoje você não precisa mais se preocupar com os transtornos da menstruação e pode viver sua vida ao máximo. Com a contracepção contínua, a mulher decide quando menstruar, e se quiser, não precisa menstruar nunca! Procure seu ginecologista e se informe sobre os métodos de contracepção que, além de evitar a gravidez indesejada, deixa você livre dos transtornos provocados pela menstruação e pela TPM.

Contracepção contínua é opção simples e segura para não menstruar

Afinal-existe-um-horário-ideal-para-tomar-o-anticoncepcionalContracepção contínua é opção simples e segura para mulheres que não querem mais menstruar e sofrer com sintomas como dor de cabeça, cólicas e tensão pré-menstrual. Uma das formas de se fazer a contracepção contínua, antes de qualquer coisa, é conversar com o seu ginecologista, pois só ele poderá te indicar o melhor método.

É muito eficaz para quem não pode sofrer com os sintomas da menstruação devido às pressões profissionais e do dia a dia ou mulheres com endometriose e sintomas fortes de dores, inchaço e TPM. As contra-indicações são geralmente as mesmas da contracepção tradicional, e hoje existem anticoncepcionais desenvolvidos especialmente para a contracepção contínua.

Retenção de líquidos: saiba como evitar o problema

 

retencao-liquido-entenda1A retenção de líquidos pode surgir em qualquer fase da vida, mas algumas mulheres costumam sentir o peso e inchaço característicos do problema todos os meses, durante o período menstrual. Se você ainda não é adepta de um método de contracepção contínua e sofre com os sintomas da TPM mensalmente, com certeza deve passar por isso. É muito comum ganhar até dois quilos durante a menstruação, devido a retenção hídrica. Abdômen, pés, mãos e face ficam inchados, resultando no aumento de peso.

Em geral, o inchaço desaparece sozinho, mas se o problema for persistente é preciso procurar um médico. É preciso estar atenta por que o edema, ou inchaço, também pode ser o sintoma de complicações de saúde, como problemas renais e circulatórios.

Confira o que pode causar a retenção de líquidos e como evitá-la:

Causam retenção de líquidos

- Oscilação hormonal

- Calor excessivo

- Sedentarismo

- Excesso de peso

- Baixa ingestão de líquidos

- Período pós-parto, pós-operatório e menstrual

- Alimentação: em excesso, embutidos, azeitonas e sal podem promover a retenção hídrica

Amenizam a retenção de líquidos

- Chás: os chás são diuréticos naturais e podem ajudar a amenizar os sintomas da retenção de líquidos. Gestantes devem consultar o médico, já que algumas ervas têm potencial abortivo

- Água, água de coco e sucos naturais: a ingestão inadequada de líquidos pode aumentar os riscos de formação de cálculos e retenção de substâncias que são eliminadas naturalmente pela via renal

- Drenagem linfática: a drenagem linfática é uma massagem que estimula manualmente o sistema linfático, ajuda a drenar o líquido retido e diminuindo os edemas

- Atividades físicas: a prática regular de atividades físicas é recomendada para a eliminar o líquido retido.

- Contracepção contínua: se você não menstrua mais, não passa pelos problemas da menstruação, incluindo a retenção de líquidos.

Tomar a pílula anticoncepcional requer disciplina para evitar problemas indesejados

10920937_765280650229608_1406083034581322747_nA pílula anticoncepcional é um poderoso medicamento que revolucionou a vida da mulher na nossa sociedade. Ela possibilitou que a decisão por engravidar fosse prerrogativa feminina, além de um melhor controle sobre o seu corpo. Atualmente, como a chamada contracepção contínua, a mulher pode ainda optar por deixar de menstruar, deixando de lado os incômodos sintomas da TPM. Grande avanço. No entanto, como qualquer medicamento, a pílula de uso oral requer disciplina para que provoque o efeito desejado. Ou melhor, para que não surjam problemas como uma gravidez indesejada.

Para evitar problemas como uma gravidez indesejada, é bom saber como tomar corretamente a pílula. Eis algumas dicas que podem te ajudar. Antes de mais nada, deixo registrado: se você usa a pílula anticoncepcional e não tem um parceiro fixo, use também o preservativo feminino ou masculino para se proteger da aids e outras DSTs.

Sem esquecimento - A pílula deve ser tomada diariamente, sem esquecimentos, preferencialmente sempre no mesmo horário. A primeira cápsula deve ser tomada no primeiro dia de sangramento menstrual. Algumas cartelas vêm com 21 e outras com 24 comprimidos, mas sempre se deve seguir o ciclo de 28 dias.

A exceção fica para o método de contracepção contínua, em que você não para de usar a pílula nunca. Se você tem dúvidas sobre esse método, fale com seu ginecologista!

Quando começar - Apesar de o uso da pílula anticoncepcional poder ser iniciado a qualquer momento, o mais recomendado é que se comece no primeiro dia do ciclo menstrual.

Início do efeito da pílula - Se você começar a tomar no primeiro dia do ciclo menstrual, e tomar corretamente de acordo com o indicado pelo médico, já estará protegida. Se começou no meio do ciclo, é necessário esperar o próximo ciclo para total proteção.

Horário correto para tomar - As pílulas anticoncepcionais devem ser tomadas no mesmo horário, pois o tempo de ação de cada pílula é de aproximadamente 24 horas. Tomar em horários irregulares não necessariamente tira o seu efeito, mas pode levar a um fenômeno comum conhecido como spotting ou sangramento de escape, e até mesmo irregularidades menstruais.

E se esquecer, o que fazer? - O ideal é que se tome a pílula em até 12 horas após o horário de costume. Se o esquecimento for no começo ou no final do ciclo, há risco de gravidez e o ideal é usar outros métodos contraceptivos. Se o esquecimento for de duas ou mais pílulas, o indicado é iniciar uma nova cartela.

Menstruação não limpa o organismo – Não se recomenda parada do uso do contraceptivo, exceto se houver desejo reprodutivo. Dar um descanso para o organismo é um conceito antigo! A menstruação é o resultado do funcionamento normal do organismo, mas existe muita confusão quando se trata da suspensão da menstruação por uso de contraceptivos. Neste caso, não ocorre acúmulo de sangue que, portanto, não precisa ser eliminado.

Cuidado com o que você toma junto - Alguns antibióticos, anticonvulsivantes, retrovirais, antidepressivos e até mesmo inocentes fitoterápicos, como a erva de São João, podem interferir na eficácia da pílula. Por isso é indispensável consultar um médico antes de utilizar qualquer medicamento.

Pesquisa comprova que ginecologistas indicam a contracepção contínua para suspender a menstruação

Meninas, tudo bem? Todas vocês sabem que este blog defende a suspensão da menstruação como forma de proporcionar vários benefícios à mulher moderna, não é mesmo? A minha intenção é divulgar que é muito simples diminuir ou quase extinguir os sintomas da TPM, as cólicas, dores de cabeça, variações de humor entre outros problemas que afetam grande parte das amigas todo santo mês. Quero ajudar, inclusive, a desfazer a ideia de que não menstruar seja algo “antinatural ou coisa do tipo”.

Dessa forma, toda vez que surgirem novas pesquisas científicas que reforcem essa ideia, vou divulgar por aqui. É exatamente esse o caso: acabou de ser divulgada uma pesquisa que mostra que 94% dos ginecologistas recomendam a suspensão da menstruação.

Esse é o resultado de um estudo nacional e foi realizado com 1.100 ginecologistas, com a participação do presidente da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Nilson Roberto de Melo. O mais legal é que os 94% dos entrevistados recomendaram o método de contracepção contínua via oral como especial para suspender a menstruação.

De acordo com os especialistas, o método é o mais recomendado atualmente pois elimina os desconfortos como TPM, inchaço, dores e cólicas, fatores que comprometem a qualidade de vida da mulher, além de prevenir a dismenorreia (menstruação dolorosa) e a endometriose.

A pesquisa mostrou ainda que 93% dos médicos recebem frequentemente pacientes interessadas em ingressar na contracepção contínua. E você, já teve dúvidas sobre isso? Acha que pode viver melhor sem menstruar? Pergunte ao seu ginecologista, pois sua qualidade de vida pode melhorar muito. Falo isso porque a minha melhorou!

A pesquisa também foi comentada na radio CBN, em uma entrevista com Luciano Pompei, professor afiliado da Faculdade de Medicina do ABC e doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP. Vale a pena ouvir, aqui!

Contraceptivo de uso contínuo previne doenças e proporciona uma vida mais longa

Duas notícias provenientes de estudos científicos dão uma boa ideia de que, além de não fazer mal ao organismo feminino, a pílula anticoncepcional traz benefícios à saúde até mesmo para quem não mantém relações sexuais. Além disso, está comprovado que quem toma a pílula pode ter uma vida mais longa com menos problemas de saúde. Vamos aos fatos!

O primeiro artigo foi publicado na respeitada revista científica The Lancet e sugere que as freiras católicas são prejudicadas pelo voto de castidade e recomenda, inclusive, que elas passem a tomar a pílula anticoncepcional.

Os autores, especialistas de duas universidades australianas (Monash University e University of Melbourne) disseram que, por não terem filhos, as religiosas estão mais sujeitas a sofrer de cânceres do sistema reprodutivo como o de mama, de ovário e útero. O risco maior resulta do fato de que as mulheres que não têm filhos e não amamentam, menstruam mais vezes e, portanto, são mais propensas a desenvolver esses cânceres.

Concluindo o artigo, os especialistas disseram ainda que se a Igreja Católica tornasse a pílula disponível para todas as suas freiras, isso reduziria os riscos de cânceres de ovário e útero entre elas.

Viver mais com menos problemas de saúde – Outro estudo (citado inclusive pelos pesquisadores australianos) publicado no British Medical Journal mostrou que mulheres do Reino Unido que fizeram uso de anticoncepcionais orais são menos propensas a morrer de qualquer causa, incluindo todos os cânceres e doenças cardíacas, em comparação com as não usuárias do medicamento.

Os resultados são parte de uma pesquisa da Universidade de Aberdeen, na Escócia, que acompanhou 46 mil mulheres por quase 40 anos e é hoje um dos maiores estudos já feitos sobre os efeitos dos contraceptivos orais na saúde feminina. Os dados recolhidos e analisados mostraram que, no longo prazo, as mulheres que usaram contraceptivos orais tiveram uma taxa significativamente menor (12%) de morte por causas variadas. Os estudos concluíram também que riscos de câncer de ovário e do útero foram reduzidos entre 50% e 60% em usuárias em comparação com não usuárias da pílula.

É bom lembrar que há diferenças entre as que tomaram a primeira geração de pílulas e as que usam as formulações atuais e, também, os resultados dependem dos padrões de uso e dos tipos de doenças que acometem cada população.

Queda de cabelo feminina pode ser um aviso de uma vida estressante e de hábitos inadequados. Mude enquanto é tempo!

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Nada pior do que tomar aquele belo banho, lavar os cabelos e descobrir chumaços de cabelo no ralo do banheiro… Apesar de ser um problema menos frequente em mulheres, a queda de cabelo pode gerar consequências desagradáveis e até afetar a autoestima. Mas cuidado: se ela aparecer, a causa pode ser genética mas também pode ser um alerta de que você está passando por um estresse exagerado somado a hábitos de vida inadequados.

Pesquisando sobre as causas da queda de cabelo feminina esses dias, descobri uma pesquisa recente que mostra que estresse, tabagismo e consumo excessivo de álcool são os três fatores mais associados à calvície feminina, exatamente nesta ordem.

Um estudo feito com 84 gêmeas idênticas – o que deixa de fora a contribuição genética para as falhas no couro cabeludo – comprovou que entre as divorciadas e viúvas o problema capilar é 16 vezes maior do que entre as casadas.

Muito mais do que o estado civil é o estresse típico destas duas situações que explica a maior vulnerabilidade. A neurologia já nos mostrou que as situações estressantes alteram nossas células. O corpo todo sofre e os pelos também, já que ficam mais fracos e caem mais nestes períodos.

Outro ponto é que o estresse, quase sempre, vem acompanhado de má alimentação. Ou a pessoa passa a não comer ou prioriza os alimentos gordurosos. Este padrão alimentar errado também influencia no couro cabeludo, favorecendo a queda acentuada.

O tabagismo e o consumo de álcool em exagero influem na queda capilar das mulheres também por alterarem o padrão celular humano. No estudo, as fumantes apresentaram falhas na região frontal da cabeça seis vezes superior do que as que não fumavam. A ingestão de quatro ou mais doses de álcool nas ocasiões em que decidem beber também resultou em mais problemas capilares.

Como foi a análise - A pesquisa foi apresentada em reunião da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica e realizada por médicos da Universidade de Cleveland, em Ohio (EUA). Para chegar às conclusões, eles selecionaram as gêmeas – com idade média de 53 anos – e analisaram a saliva das participantes, em busca de marcadores genéticos da calvície e níveis de testosterona (a falta deste hormônio predispõe à queda de cabelo). Além disso, por meio de programas de computador, eles avaliaram o couro cabeludo das mulheres, medindo as falhas capilares.

Segundo os especialistas, a queda de cabelo pode ser passageira, em especial quando os influenciadores são os hábitos de risco apontados na pesquisa. O problema é que o mapeamento feito pelo Ministério da Saúde mostra que a população feminina está muito próxima destes três vilões da saúde capilar.

A taxa de tabagistas entre 45 e 54 anos – fase em que a composição hormonal já muda e favorece a queda dos fios – é de 16%, a maior entre o público feminino. Na mesma idade, uma em dez é considerada bebedora de risco. Além disso, mais da metade, 54%, são estressadas como evidenciou pesquisa do Hospital do Coração (HCor).

Ao perceber a queda excessiva de cabelo, avalie como está a sua vida: está passando por situações muito estressantes? Com está sua alimentação: come muitos alimentos gordurosos e pouca verdura, legumes, frutas e fibras? É fumante e bebe mais do que socialmente? Reavalie e mude seus hábitos para ter o cabelo sempre saudável. E se não conseguir sozinha, procure a ajuda de um profissional especializado.

Independência da Mulher passa pela liberdade de não menstruar

Vamos relembrar como o desenvolvimento dos anticoncepcionais está intimamente ligado ao processo de independência da mulher moderna? Desde o início da década de 1960, com a chegada da primeira pílula anticoncepcional no mercado, as mulheres ganharam cada vez mais independência, liberdade e poder, não só sobre próprio corpo, mas também em seu papel na sociedade.

Com a pílula, houve a chamada revolução sexual. Livres do risco de gravidez indesejada, as mulheres se libertaram de séculos de repressão sexual, e a sociedade passou a ver o sexo como algo natural e prazeroso, e não apenas como necessário para a procriação. Desde então, além de controlar o próprio corpo, a mulher passou a ter o controle em todos os aspectos da vida: trabalho, educação, lazer, relacionamentos…

Hoje a mulher tem mais liberdade, mas sua vida não é nada fácil, tendo que se desdobrar nos papéis de profissional, mãe, esposa, dona de casa… e ainda tendo que lidar com a velha inimiga TPM e os efeitos colaterais da menstruação, agravados pelas pressões e correrias da vida moderna. Mas se a TPM é o último obstáculo para a independência da mulher, a boa notícia é que esse obstáculo já pode ser superado, com o uso da contracepção contínua. Você não precisa ser dependente do ciclo menstrual, fale com seu ginecologista e saiba mais sobre este método.10259700_737454043012269_5892376978599268925_n