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Mantenha seu metabolismo em alta com os alimentos certos

O metabolismo é um conjunto de reações químicas responsáveis por várias funções fisiológicas básicas. Ele varia de pessoa para pessoa, porque parte dele é geneticamente determinado. Mas ainda assim algumas atitudes podem ajudar a acelerá-lo.

A receita básica para manter o metabolismo em alta é:

- beber bastante água (ela ajuda o sangue a transportar melhor o oxigênio para os músculos);

- não ficar sem comer por mais de quatro horas;

- deixar o doce para a sobremesa;

- começar as refeições por legumes e verduras (eles ajudam a saciar);

- colocar na dieta pequenas porções de frutas secas.

Para a lista ficar mais completa inclua a pratica de atividades físicas com regularidade e não pule as refeições. O organismo entende que está passando por um período de escassez e, por isso, começa a guardar o que é ingerido. O metabolismo, dessa forma, fica mais lento e a pessoa não emagrece.

Para ajudar o metabolismo, inclua na dieta alimentos conhecidos como termogênicos, que geram um gasto maior de energia. A pimenta vermelha é um bom exemplo. Ela aumenta a circulação e a temperatura corporal e é rica em capsaicina, substância que favorece o aumento da quebra de gorduras no tecido adiposo. Consumi-la pode aumentar em até 20% a atividade metabólica.

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Você sabe como evitar infecção urinária?

Ela já fez vítima quase 50% das mulheres adultas, então, mesmo que você nunca tenha sofrido um episódio de infecção urinária, certamente conhece alguém que se encaixa nesse perfil. O problema tem, como sintomas clássicos, ardência e dor na hora de urinar, além de urgência frequente para ir ao banheiro.

Embora não seja uma doença exclusivamente feminina, afeta muito mais esse público. Isso acontece por razões anatômicas, já que a uretra feminina é mais curta que a do homem, facilitando a ascensão de bactérias até a bexiga.

Com tantas pessoas afetadas pela infecção urinária, surgiram inúmeras recomendações de como se prevenir do problema, mas, muitas vezes, a mulher se vê diante de informações contraditórias. Para esclarecê-las, veja as dicas abaixo e saiba como evitar esse incômodo.

Fonte: portal Minha Vida

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Tire todas as suas dúvidas sobre hepatite C

Você sabe o que é hepatite C e quais suas formas de contágio? Bem, se faz a unhas no salão, precisa entender melhor essa doença. Primeiro, é bom saber que são 170 milhões de portadores da doença no mundo, quase 2 milhões no Brasil. E, apesar do número expressivo, a população desconhece as principais formas de contágio da hepatite C. O Dr. Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira em Hepatologia, explica o que fazer para se prevenir:

Hepatite C: tire suas dúvidas e se proteja!

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Estresse: aprenda a lidar com ele e pare de viver mal

Pesquisas comprovam: a respiração profunda é o mecanismo mais rápido para o gerenciamento do estresse. Por meio dela, é possível controlar os batimentos cardíacos e liberar hormônios, como a , que alivia a tensão e é um importante aliado no combate a doenças, já que fortalece o sistema imunológico.

Especialistas da Escola de Medicina de Harvard ensinam, no site da instituição, formas rápidas de amenizar o estresse e relaxar em apenas três minutos. É possível praticar as técnicas em qualquer lugar, seja num engarrafamento ou nos momentos que antecedem uma reunião importante.

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Automedicação pode causar sérios danos à sua saúde

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Você que é adepta da contracepção contínua, ou está interessada nesse método que cessa a menstruação e acaba com sintomas indesejados da TPM – Tensão Pré Menstrual, deve saber bem sobre a importância de frequentar sempre um ginecologista para poder avaliar a sua saúde e escolher o melhor método contraceptivo!

Infelizmente, grande parte da população ainda não frequenta um médico e toma remédio por conta própria. É um comprimido para dor de cabeça, outro para cólica, mais um para má digestão… Resultado: a automedicação é responsável pela morte de 20 mil pessoas por ano no país, segundo a Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica, sendo a maior parte dos casos resultantes de intoxicação e reações alérgicas.

Os medicamentos que podem salvar, na dosagem errada, podem causar sérios problemas. Atento aos perigos da automedicação, o Viva Sem Menstruar aposta na conscientização. Conheça os erros mais comuns e saiba como evita-los!

- Não resolva na farmácia algum problema de saúde. Na farmácia, procure sempre o atendimento de um farmacêutico responsável, o único preparado a te orientar de forma correta.

- Não tenha preguiça de marcar consulta ou ir ao pronto-socorro. Evite seguir as orientações de pessoas não preparadas (apesar de terem boas intenções) como mãe, vizinhas e amigas. O remédio que solucionou o problema da outra não necessariamente vai solucionar o seu!

- Não armazenar remédios em casa, muitas vezes sem bula e vencidos, e em locais impróprios, como banheiro e cozinha, pois geralmente, são ambientes úmidos e quentes. Hoje, as principais drogarias possuem locais para descarte adequado de medicamentos vencidos. Informe-se!

Fonte: M de Mulher

Suspender a menstruação não traz problemas de saúde. Tire suas dúvidas e consulte um ginecologista!

A menstruação significa para algumas mulheres o ápice da sua feminilidade e fertilidade. Para outras, ela representa somente incômodos como dores, inchaços, cólicas e a temida tensão pré-menstrual (TPM). Porém, atualmente, as mulheres do segundo grupo têm ao seu alcance a escolha de cessar a menstruação e por consequência, diminuir e até eliminar os sintomas que ela traz. Em alguns casos, a suspensão da menstruação é tratar algumas doenças como mioma, endometriose (inflamação da camada que reveste o útero) e anemia. O primeiro passo de quem deseja parar de menstruar é procurar um profissional para auxiliá-la.

Métodos – Existem quatro métodos mais utilizados na interrupção da menstruação. O mais comum é o uso contínuo da pílula anticoncepcional por via oral. Neste caso a paciente toma o medicamento, que pode ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progesterona, sem interrupções.

O outro método é a administração da injeção de progestogênio trimestral.

O DIU com progesterona é um dispositivo em forma de T que é colocado pelo médico no útero da mulher e que pode durar cinco anos. E por fim, há o implante subcutâneo, um pequeno bastão é inserido, geralmente no braço da mulher, e libera diariamente o hormônio para inibir a menstruação e pode ser usado por até três anos.

Vantagens – As vantagens em interromper os ciclos menstruais mensais é que os anticoncepcionais hormonais reduzem o risco de surgimento de endometriose, miomas uterinos, câncer no endométrio. Além disso, combatem cólicas menstruais e auxiliam no combate à anemia e à tensão pré-menstrual.

Para as mulheres que querem inibir a menstruação, mas têm medo da infertilidade, é preciso desmistificar o tema. Os métodos hormonais não causam infertilidade permanente. Alguns meses após a interrupção do tratamento as mulheres estão aptas para a fecundação, mas é imprescindível visitar o ginecologista regularmente para verificar alterações indesejadas e controlar as taxas hormonais.

Sangue não é liberado porque não é produzido – Outra preocupação constante é sobre onde vai parar o sangue que não é liberado pelo corpo da mulher. Quase todos os métodos inibem a ovulação. Com isso, o endométrio (camada que reveste o útero que se prepara para a chegada do óvulo) não se forma e logo não há o que sangrar ou eliminar do corpo.

A decisão é da mulher, amparada pelo ginecologista – Se a mulher tem muitos sintomas por causa da menstruação como dor nas costas, compulsão por doces e retenção de líquidos e os sintomas duram semanas, com o fim do ciclo, é possível ficar mais disposta e não ter mais problemas com os treinos de corrida, por exemplo.

A mulher deve ter acesso às informações para poder decidir, junto com um médico, se pode aumentar sua qualidade de vida cessando sua menstruação com um tratamento adequado e supervisionado.

Candidíase: entenda a doença e previna-se!

Vamos falar agora do assunto mais pesquisado no site de saúde do M de Mulher: candidíase! A infecção é causada por um fungo (na maioria das vezes, a Candida albicans) e deixa a área afetada inflamada. Apesar de geralmente atingir a região genital feminina, não é transmitida exclusivamente por relações sexuais, mas por qualquer tipo de contato.

Aliás, a candidíase nem é considerada uma DST. O fungo é oportunista e o desenvolvimento depende das condições de defesa do hospedeiro. Ele pode inclusive habitar o trato digestivo, principalmente o intestino, e contaminar a área genital, que tem calor e umidade e é o ambiente ideal para que o fungo se prolifere quando a imunidade está baixa. A boca também é um dos locais onde a doença se manifesta. Sabe o famoso sapinho que surge nos bebês? É o fungo se manifestando no organismo sem defesas muito consistentes dos pequenos.

Além da coceira, ardor e secreção – O sintoma mais comum da doença é a coceira, mas é importante ficar atenta também para o ardor vulvovaginal e o inchaço da região. Há ainda um corrimento esbranquiçado, grumoso e inodoro, com aspecto de leite talhado.

Outra consequência bem chatinha é a dor durante as relações sexuais e ao urinar. Para passar bem longe da candidíase, a principal dica dos ginecologistas é usar somente roupas íntimas de algodão. Isso porque outros tecidos podem manter a região vaginal úmida e quente, facilitando o desenvolvimento dos fungos. Por isso, também é recomendado dormir sem calcinha, não usar absorvente íntimo diário e evitar roupas muito justas. Durante o banho, lave a região apenas com sabonete de pH neutro. É importante ainda identificar fatores predisponentes, como pílulas com grande concentração de estrogênio e diabetes descompensado.

Diagnóstico correto – A boa notícia é que, na maioria das vezes, a candidíase não traz consequências mais sérias. Mas, além do incômodo e do fato de ela poder facilitar infecções por outros agentes, é importante procurar seu médico o mais rápido possível por outro motivo. Apesar de assintomática na maioria dos casos, outra doença, chamada clamídia, também pode ter sintomas como coceira e corrimento. Uma das DSTs mais comuns, a clamídia é causada por uma bactéria e pode até levar à infertilidade se não tratada.

Tratamento sem mistérios – Se a candidíase é incômoda, eliminá-la não tem nada de complicado. Ainda bem! O tratamento é bem tranquilo e fácil de ser realizado. Na maioria dos casos, usa-se um creme vaginal e um comprimido via oral para o casal, quando se tem vida sexual ativa. Afinal, se você foi contaminada, provavelmente seu parceiro também foi.

Fonte: M de Mulher

Da pra confiar na “tabelinha”? Consulte seu ginecologista e saiba mais sobre a contracepção contínua

Parece assunto de adolescente, mas não é. Essa dúvida é de muitas mulheres em idade reprodutiva. Será que a tabelinha, o método contraceptivo considerado natural é, de fato, confiável? A resposta é não, por um simples motivo: o ciclo menstrual não é algo matemático, ou seja, pode sofrer variações, pois são seus hormônios atuando… Antes de qualquer conclusão, vamos saber um pouco mais sobre a famosa tabelinha.

A tabelinha é um método que leva em consideração o dia provável da ovulação (liberação do óvulo pelo ovário), ou seja, o período mais fértil da mulher. Isso porque, nestes dias, as chances de engravidar são muito maiores. O que não descarta a possibilidade da mulher engravidar nos demais períodos do seu mês.

Ou seja, respondendo às perguntas que os ginecologistas ouvem muitas vezes no consultório: a tabelinha pode sim funcionar, mas não é tão confiável quanto outros métodos contraceptivos, como a pílula, o DIU o a contracepção contínua.

Como é feita a tabelinha?

- A mulher conta os dias entre o seu primeiro dia de menstruação (início do ciclo) e o dia anterior ao início da menstruação seguinte (último dia do ciclo). O resultado é o número de dias do seu ciclo menstrual, que pode ser de 26, 28 ou 32 dias;

- Depois divide esse número por dois, pois o dia fértil ocorre normalmente na metade do ciclo. O dia fértil é o dia da ovulação. No caso da mulher que tem um ciclo de 28 dias, por exemplo, a ovulação ocorrerá no 14º;

- Além de fazer todas essas contas, é preciso evitar transar quatro dias antes e quatro depois do seu dia fértil, pois o espermatozoide pode sobreviver entre três e quatro dias.

Mesmo calculando a data da ovulação, ainda deve-se levar em conta a margem de segurança, ou seja, não transar cinco dias antes e cinco dias depois deste dia da provável ovulação, pois existe grande risco de gravidez. Ou seja, se a conta não é certeira, porque confiar neste método?

Conclusão: se você, mulher, não tem um ciclo menstrual regular, vai ser muito difícil controlar seus períodos férteis e usar apenas a tabelinha para evitar a gravidez. Dessa forma, esse método não é recomendado!

Além disso, a tabelinha não permite algo fundamental em todas as relações sexuais: a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), entre elas a aids e as hepatites B e C.

Portanto lembre-se, nada melhor do que a boa conversa com seu ginecologista. Ele pode receitar o melhor método anticoncepcional que se adeque à sua rotina, ao seu corpo e ao que você deseja.

Se você ainda não conhece, procure saber mais sobre a contracepção contínua. Por meio deste método, a mulher para de menstruar e isso traz uma série de benefícios.

Além de não sangrar mais (pois a ovulação não ocorre), a contracepção contínua livra a mulher dos sintomas da TPM, que são vários e podem variar em quantidade e intensidade de mulher para mulher. São eles: cólicas, depressão, ansiedade, tensão, nervosismo, choro fácil, sentimento de rejeição, raiva ou irritabilidade persistente, cansaço, fadiga fácil, distúrbios do sono, inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada, dor de cabeça, dores musculares, ganho de peso ou sensação de inchaço.

Conheça as soluções para evitar a má digestão: na dúvida, pocure um gastroenterologista

Apesar de não considerada uma doença, a má digestão é um assunto bastante sério. O principal sintoma é quando nos sentimos “pesadas” ou inchadas, com desconforto abdominal e algumas vezes dores fortes no estômago.

Mas atenção! Nem sempre as dores indicam má digestão. Essa é a causa de muitos diagnósticos tardios que podem levar a problemas de saúde mais sérios. Portanto, quando a dor abdominal persistir, vale a pena procurar um médico para um exame mais detalhado. Somente ele terá condições de investigar se as dores podem ser sintomas de:

Gastrite: inflamação das mucosas que revestem as paredes do estômago;

Úlcera: ferida que pode aparecer em várias partes do organismo, inclusive no estômago;

Síndrome do Intestino Irritável: a “SIR” é um conjunto de manifestações gastrointestinais que não são associadas a qualquer causa bioquímica ou estrutural. Ainda hoje é uma doença de causa desconhecida;

Gastroenterite: trata-se de uma inflamação no intestino e estômago causada por alguma toxina presente nos alimentos. Geralmente é decorrente de uma infecção alimentar;

Colite: inflamação do intestino grosso e pode ser causada devida uma intoxicação alimentar;

Às vezes, a má digestão é desencadeada por hábitos inadequados, principalmente relacionados à dieta desequilibrada, rica em carboidratos e gorduras.

Confira alguns hábitos que devemos evitar para ter uma boa digestão sempre:

Comer antes de dormir – O problema não está em dormir. Na verdade o que pode desencadear a má digestão é a nossa postura ao dormir, pois quando nos deitamos nos colocamos em uma posição que facilita a falha do sistema de bloqueio entre esôfago e estômago, o que pode desencadear o refluxo gástrico.

Ficar muito tempo sem comer nada – Sempre que ficamos muito tempo sem comer nada nossa reação natural é compensar a falta na refeição seguinte. Como nosso estômago está um tempo sem refeição, a tendência é comermos mais e mais rápido, desrespeitando os processos de digestão que se iniciam na boca, com a mastigação e a saliva. Comendo rápido demais favorecemos a deglutição de ar, ou seja, comemos além do que podemos e engolimos ar, a combinação perfeita para a má digestão.

Mantendo hábitos alimentares saudáveis e evitando alguns hábitos comportamentais (comer rápido demais ou comer antes de dormir) é possível evitar a má digestão. Lembre-se: a má digestão pode ser um sintoma de uma doença mais grave. Por isso, se os sintomas persistirem, procure sempre um médico.

 

Tomar a pílula anticoncepcional requer disciplina para evitar problemas indesejados

A pílula anticoncepcional é um poderoso medicamento que revolucionou a vida da mulher na nossa sociedade. Ela possibilitou que a decisão por engravidar fosse prerrogativa feminina, além de um melhor controle sobre o seu corpo. Atualmente, como a chamada contracepção contínua, a mulher pode ainda optar por deixar de menstruar, deixando de lado os incômodos sintomas da TPM. Grande avanço. No entanto, como qualquer medicamento, a pílula de uso oral requer disciplina para que provoque o efeito desejado. Ou melhor, para que não surjam problemas como uma gravidez indesejada.

Para evitar problemas, como uma gravidez indesejada, é bom saber como tomar corretamente a pílula. Eis algumas dicas que podem te ajudar. Antes de mais nada, deixo registrado: se você usa a pílula anticoncepcional e não tem um parceiro fixo, use também o preservativo feminino ou masculino para se proteger da aids e outras DSTs.

Sem esquecimento – A pílula deve ser tomada diariamente, sem esquecimentos, preferencialmente sempre no mesmo horário. A primeira cápsula deve ser tomada no primeiro dia de sangramento menstrual. Algumas cartelas vêm com 21 e outras com 24 comprimidos, mas sempre se deve seguir o ciclo de 28 dias.

A exceção fica para o método de contracepção contínua, em que você não para de usar a pílula nunca. Se você tem dúvidas sobre esse método, fale com seu ginecologista!

Quando começar – Apesar de o uso da pílula anticoncepcional poder ser iniciado a qualquer momento, o mais recomendado é que se comece no primeiro dia do ciclo menstrual.

Início do efeito da pílula – Se você começar a tomar no primeiro dia do ciclo menstrual, e tomar corretamente de acordo com o indicado pelo médico, já estará protegida. Se começou no meio do ciclo, é necessário esperar o próximo ciclo para total proteção.

Horário correto para tomar – As pílulas anticoncepcionais devem ser tomadas no mesmo horário, pois o tempo de ação de cada pílula é de aproximadamente 24 horas. Tomar em horários irregulares não necessariamente tira o seu efeito, mas pode levar a um fenômeno comum conhecido como spotting ou sangramento de escape, e até mesmo irregularidades menstruais.

E se esquecer, o que fazer? – O ideal é que se tome a pílula em até 12 horas após o horário de costume. Se o esquecimento for no começo ou no final do ciclo, há risco de gravidez e o ideal é usar outros métodos contraceptivos. Se o esquecimento for de duas ou mais pílulas, o indicado é iniciar uma nova cartela.

Menstruação não limpa o organismo – Não se recomenda parada do uso do contraceptivo, exceto se houver desejo reprodutivo. Dar um descanso para o organismo é um conceito antigo! A menstruação é o resultado do funcionamento normal do organismo, mas existe muita confusão quando se trata da suspensão da menstruação por uso de contraceptivos. Neste caso, não ocorre acúmulo de sangue que, portanto, não precisa ser eliminado.

Cuidado com o que você toma junto – Alguns antibióticos, anticonvulsivantes, retrovirais, antidepressivos e até mesmo inocentes fitoterápicos, como a erva de São João, podem interferir na eficácia da pílula. Por isso é indispensável consultar um médico antes de utilizar qualquer medicamento.