Automedicação pode causar sérios danos à sua saúde

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Você que é adepta da contracepção contínua, ou está interessada nesse método que cessa a menstruação e acaba com sintomas indesejados da TPM – Tensão Pré Menstrual, deve saber bem sobre a importância de frequentar sempre um ginecologista para poder avaliar a sua saúde e escolher o melhor método contraceptivo!

Infelizmente, grande parte da população ainda não frequenta um médico e toma remédio por conta própria. É um comprimido para dor de cabeça, outro para cólica, mais um para má digestão… Resultado: a automedicação é responsável pela morte de 20 mil pessoas por ano no país, segundo a Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica, sendo a maior parte dos casos resultantes de intoxicação e reações alérgicas.

Os medicamentos que podem salvar, na dosagem errada, podem causar sérios problemas. Atento aos perigos da automedicação, o Viva Sem Menstruar aposta na conscientização. Conheça os erros mais comuns e saiba como evita-los!

- Não resolva na farmácia algum problema de saúde. Na farmácia, procure sempre o atendimento de um farmacêutico responsável, o único preparado a te orientar de forma correta.

- Não tenha preguiça de marcar consulta ou ir ao pronto-socorro. Evite seguir as orientações de pessoas não preparadas (apesar de terem boas intenções) como mãe, vizinhas e amigas. O remédio que solucionou o problema da outra não necessariamente vai solucionar o seu!

- Não armazenar remédios em casa, muitas vezes sem bula e vencidos, e em locais impróprios, como banheiro e cozinha, pois geralmente, são ambientes úmidos e quentes. Hoje, as principais drogarias possuem locais para descarte adequado de medicamentos vencidos. Informe-se!

Fonte: M de Mulher

Suspender a menstruação não traz problemas de saúde. Tire suas dúvidas e consulte um ginecologista!

A menstruação significa para algumas mulheres o ápice da sua feminilidade e fertilidade. Para outras, ela representa somente incômodos como dores, inchaços, cólicas e a temida tensão pré-menstrual (TPM). Porém, atualmente, as mulheres do segundo grupo têm ao seu alcance a escolha de cessar a menstruação e por consequência, diminuir e até eliminar os sintomas que ela traz. Em alguns casos, a suspensão da menstruação é tratar algumas doenças como mioma, endometriose (inflamação da camada que reveste o útero) e anemia. O primeiro passo de quem deseja parar de menstruar é procurar um profissional para auxiliá-la.

Métodos – Existem quatro métodos mais utilizados na interrupção da menstruação. O mais comum é o uso contínuo da pílula anticoncepcional por via oral. Neste caso a paciente toma o medicamento, que pode ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progesterona, sem interrupções.

O outro método é a administração da injeção de progestogênio trimestral.

O DIU com progesterona é um dispositivo em forma de T que é colocado pelo médico no útero da mulher e que pode durar cinco anos. E por fim, há o implante subcutâneo, um pequeno bastão é inserido, geralmente no braço da mulher, e libera diariamente o hormônio para inibir a menstruação e pode ser usado por até três anos.

Vantagens – As vantagens em interromper os ciclos menstruais mensais é que os anticoncepcionais hormonais reduzem o risco de surgimento de endometriose, miomas uterinos, câncer no endométrio. Além disso, combatem cólicas menstruais e auxiliam no combate à anemia e à tensão pré-menstrual.

Para as mulheres que querem inibir a menstruação, mas têm medo da infertilidade, é preciso desmistificar o tema. Os métodos hormonais não causam infertilidade permanente. Alguns meses após a interrupção do tratamento as mulheres estão aptas para a fecundação, mas é imprescindível visitar o ginecologista regularmente para verificar alterações indesejadas e controlar as taxas hormonais.

Sangue não é liberado porque não é produzido – Outra preocupação constante é sobre onde vai parar o sangue que não é liberado pelo corpo da mulher. Quase todos os métodos inibem a ovulação. Com isso, o endométrio (camada que reveste o útero que se prepara para a chegada do óvulo) não se forma e logo não há o que sangrar ou eliminar do corpo.

A decisão é da mulher, amparada pelo ginecologista – Se a mulher tem muitos sintomas por causa da menstruação como dor nas costas, compulsão por doces e retenção de líquidos e os sintomas duram semanas, com o fim do ciclo, é possível ficar mais disposta e não ter mais problemas com os treinos de corrida, por exemplo.

A mulher deve ter acesso às informações para poder decidir, junto com um médico, se pode aumentar sua qualidade de vida cessando sua menstruação com um tratamento adequado e supervisionado.

Da pra confiar na “tabelinha”? Consulte seu ginecologista e saiba mais sobre a contracepção contínua

Parece assunto de adolescente, mas não é. Essa dúvida é de muitas mulheres em idade reprodutiva. Será que a tabelinha, o método contraceptivo considerado natural é, de fato, confiável? A resposta é não, por um simples motivo: o ciclo menstrual não é algo matemático, ou seja, pode sofrer variações, pois são seus hormônios atuando… Antes de qualquer conclusão, vamos saber um pouco mais sobre a famosa tabelinha.

A tabelinha é um método que leva em consideração o dia provável da ovulação (liberação do óvulo pelo ovário), ou seja, o período mais fértil da mulher. Isso porque, nestes dias, as chances de engravidar são muito maiores. O que não descarta a possibilidade da mulher engravidar nos demais períodos do seu mês.

Ou seja, respondendo às perguntas que os ginecologistas ouvem muitas vezes no consultório: a tabelinha pode sim funcionar, mas não é tão confiável quanto outros métodos contraceptivos, como a pílula, o DIU o a contracepção contínua.

Como é feita a tabelinha?

- A mulher conta os dias entre o seu primeiro dia de menstruação (início do ciclo) e o dia anterior ao início da menstruação seguinte (último dia do ciclo). O resultado é o número de dias do seu ciclo menstrual, que pode ser de 26, 28 ou 32 dias;

- Depois divide esse número por dois, pois o dia fértil ocorre normalmente na metade do ciclo. O dia fértil é o dia da ovulação. No caso da mulher que tem um ciclo de 28 dias, por exemplo, a ovulação ocorrerá no 14º;

- Além de fazer todas essas contas, é preciso evitar transar quatro dias antes e quatro depois do seu dia fértil, pois o espermatozoide pode sobreviver entre três e quatro dias.

Mesmo calculando a data da ovulação, ainda deve-se levar em conta a margem de segurança, ou seja, não transar cinco dias antes e cinco dias depois deste dia da provável ovulação, pois existe grande risco de gravidez. Ou seja, se a conta não é certeira, porque confiar neste método?

Conclusão: se você, mulher, não tem um ciclo menstrual regular, vai ser muito difícil controlar seus períodos férteis e usar apenas a tabelinha para evitar a gravidez. Dessa forma, esse método não é recomendado!

Além disso, a tabelinha não permite algo fundamental em todas as relações sexuais: a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), entre elas a aids e as hepatites B e C.

Portanto lembre-se, nada melhor do que a boa conversa com seu ginecologista. Ele pode receitar o melhor método anticoncepcional que se adeque à sua rotina, ao seu corpo e ao que você deseja.

Se você ainda não conhece, procure saber mais sobre a contracepção contínua. Por meio deste método, a mulher para de menstruar e isso traz uma série de benefícios.

Além de não sangrar mais (pois a ovulação não ocorre), a contracepção contínua livra a mulher dos sintomas da TPM, que são vários e podem variar em quantidade e intensidade de mulher para mulher. São eles: cólicas, depressão, ansiedade, tensão, nervosismo, choro fácil, sentimento de rejeição, raiva ou irritabilidade persistente, cansaço, fadiga fácil, distúrbios do sono, inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada, dor de cabeça, dores musculares, ganho de peso ou sensação de inchaço.

Fatores que influenciam na TPM são motivos para não menstruar

A Tensão Pré-Menstrual existe desde o início da civilização, mas foi somente no século 20, com a entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho, que a TPM foi reconhecida como um problema grave que prejudica a qualidade de vida de milhões de mulheres. Os mecanismos fisiológicos por trás da TPM ainda são um tanto obscuros, mas nos últimos anos muito se avançou nesse tema. Segundo a ginecologista Mara Diegoli, coordenadora do Centro de Apoio à mulher com TPM do Hospital das Clínicas de São Paulo, 30% das mulheres tem TPM moderada, e 5% a 8% apresentam sintomas intensos.

Para a ginecologista, são cinco os principais fatores que provocam a TPM, e a hereditariedade é o mais comum. Os outros são a queda na serotonina (substância produzida pelos neurônios que controla o humor), alterações hormonais, aumento nas prostaglandinas (substâncias que em excesso produzem dor e inchaço) e fatores externos, principalmente o stress. A boa notícia é que você não precisa mais sofrer com os sintomas da TPM intensa. As novas pílulas hormonais para não menstruar são opções acessíveis e na maioria dos casos, seguras. Se você não quer mais essa dor de cabeça na sua vida, fale com o seu ginecologista.

Motivos para não menstruar

Conciliar as exigências profissionais, familiares e o bem-estar tem sido um dos maiores desafios da mulher contemporânea, e as brasileiras sabem bem disso. Segundo pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelo Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva, elas lideram a lista com o maior índice de tensão pré-menstrual do mundo.

As mulheres saudáveis desde a adolescência até a perimenopausa têm a opção e o apoio de médicos especialistas em ginecologia e contracepção, para viver sem menstruar, e se prevenir de doenças como endometriose, mioma e anemia, usando a contracepção contínua.

Não menstruar significa uma vida com mais liberdade. Você pode escolher passar o final de semana na praia, participar de uma reunião ou namorar, sem precisar se preocupar com cólicas ou a temida TPM, que muitas vezes vem acompanhada por alterações no apetite e mudanças repentinas de humor.

Endometriose x Absenteísmo

Como portadoras da doença lidam com as dores e, com os gestores!

Um assunto difícil de tratar, não é mesmo? Endometriose. Afinal, do que se trata? Uma doença bastante chata, que causa muitas dores e desconfortos em quem a tem, e o mais importante: o diagnóstico, muitas vezes tardio, dificulta o tratamento, e o principal, uma possível cura. Quanto mais tarde descoberta a doença, mais complicada de ser tratada. Mas esse não é o nosso principal objetivo de hoje. Queremos falar do quanto as mulheres sofrem com as dores, sim, mas também, com a falta no trabalho, bastante comum para quem sofre da doença.

Como explicar para o gestor e para a empresa que você vai deixa de ir ao trabalho por conta de uma cólica menstrual? Oi? Faltar ao trabalho por causa da menstruação… Antigo, não? Mas não é! A endometriose não causa uma simples cólica, mas sim, dores, muitas vezes, insuportáveis. E, infelizmente, é verdade. Conversamos com a paciente Fabiana Barbante, que descobriu a doença em 2007, fez a cirurgia e faz tratamento até hoje. Ela conta como era e como é a vida dela antes e depois da cirurgia.

“Eu tinha 24 anos quando a minha ginecologista desconfiou que eu tivesse endometriose. Nunca tinha ouvido falar da doença e fui pesquisar. Descobri que a principal causa das minhas terríveis dores era a enfermidade. Era um ritual mensal: eu menstruava e a minha médica me afastava do trabalho por sete dias, período em que o ciclo durava. Claro, na empresa o gestor não entedia muito bem como uma funcionária se afastava do trabalho por um período relativamente longo por conta de uma cólica? Mas não era só uma simples cólica… Eu ficava de cama! As coisas mudaram quando eu finalmente fiz a cirurgia e comecei o tratamento com a pílula de uso contínuo. Hoje, eu vivo sem dores e sem menstruar! Ah, e também sem a endometriose!”

Parece coisa de outro mundo, não? Mas infelizmente não é. Esse depoimento é verídico e muitas mulheres sofrem caladas. Aos sinais, não pense duas vezes:  procure um ginecologista e não sofra sozinha! Viva sem dores e sem menstruar!

Confira os principais mitos e verdades sobre a contracepção contínua

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A contracepção contínua é um regime de administração de anticoncepcional hormonal que tem por objetivo suspender ou reduzir a frequência das menstruações. O método, da mesma forma que a contracepção oral em regime tradicional com pausa, pode ser usado por mulheres saudáveis desde a adolescência até a perimenopausa (fase que encerra o período reprodutivo).

Muitas mulheres ainda têm dúvida sobre pausar a menstruação. Para que você decida pelo melhor, listamos os dez principais mitos e verdades para acabar de vez com toda e qualquer dúvida.

Dúvida

Opinião do especialista

Anticoncepcional oral combinado de uso contínuo compromete a fertilidade? Mito. Contracepção contínua ou o regime convencional com pausa não prejudicam o retorno à fertilidade quando a mulher quiser engravidar
A contracepção contínua livra a mulher das cólicas e dos indesejados sintomas da TPM, como inchaço, mal humor, alteração do apetite, etc? Verdade. A supressão da menstruação por meio da contracepção contínua faz com que a mulher não sofra com os inúmeros incômodos ocasionados pelos sintomas da TPM
É necessário a mulher menstruar todo mês para o bem-estar do organismo? Mito. Antes, as mulheres menstruavam menos, pois tinham mais filhos e uma gravidez seguida da outra. Com o surgimento e a popularização das pílulas anticoncepcionais, a partir da década de 60, elas passaram a optar por ter menos filhos e com intervalos maiores entre uma criança e outra. Com isso, hoje, as mulheres menstruam mais vezes. A ausência do ciclo não significa nada além de que não há ovulação, não há descamação do endométrio e não ocorre a liberação do sangue menstrual. Além disso, a frequência elevada de menstruações pode provocar danos à saúde.
A pílula contínua ajuda a combater doenças como endometriose e miomas? Verdade. A endometriose depende da ocorrência de menstruações repetitivas para se manifestar. Por isso, a contracepção continua desempenha um papel fundamental no tratamento e na prevenção da doença. A pílula também ajuda a aliviar as dores provocadas por miomas além de reduzir sangramentos.
O regime contínuo só pode ser adotado a partir dos 18 anos? Mito.  O regime contínuo pode ser adotado dois anos após a primeira menstruação, quando o ciclo já está regular.
As pílulas anticoncepcionais deixam a pele mais bonita e reduz a incidência de acnes? Verdade. Os anticoncepcionais diminuem a ação dos hormônios masculinos no corpo da mulher. Por isso, o tratamento diminui a oleosidade da pele e a incidência de espinhas.
O uso do regime contínuo retarda o retorno à menstruação? Mito. Ao interromper o método contínuo, o ciclo menstrual da paciente retorna ao normal, o que pode ser já no primeiro mês após a pausa, dependendo de quando houve a interrupção. A pílula contínua não prejudica a função dos ovários e, portanto, não compromete a menstruação.
O tratamento com a pílula de uso contínuo requer orientação de um ginecologista? Verdade. Só o ginecologista é quem pode avaliar, com segurança, o regime mais adequado para a mulher.
O regime de pílula de uso contínuo oferece maior risco de efeitos colaterais que o regime com pausa? Mito. Os efeitos colaterais associados à pílula de uso contínuo são os mesmos observados com o uso da pílula com pausa.
Mulher moderna tem a opção de escolher, com segurança, a frequência do ciclo menstrual. Verdade. A mulher tem a opção de definir de quanto em quanto tempo ela quer menstruar. Isso pode ser feito com segurança e sob orientação médica, sem causar prejuízo ao organismo.

O bem-estar de viver sem menstruar no dia a dia e nas profissões

Menstruar ou não menstruar parece uma questão simples, mas para um grupo especial de mulheres, a opção de não menstruar ajuda no dia a dia do trabalho e influencia diretamente no desempenho das suas atividades. Para as atletas profissionais, aeromoças, militares e executivas, controlar o ciclo menstrual por meio da contracepção contínua também pode fazer parte da rotina.

Entre os benefícios deste método estão a redução ou eliminação dos sintomas relacionados à TPM alívio ou eliminação de problemas como dores de cabeça, cólicas, inchaço e oscilações do humor. Por que escolher a contracepção contínua? Conheça as seis profissões que mais mulheres vivem sem menstruar.

Militares, Policiais, Seguranças – Em profissões caracterizadas pela força e dinamismo, como militares e policiais, a mulher se beneficia de não menstruar. Não sofre com os incômodos da cólica e da TPM e pode trabalhar sem se preocupar com absorventes e dores.

Atletas – Praticar exercícios com cólicas e o mal estar causado pela menstruação não é nada agradável. Os treinos diários não perdoam os dias em que a mulher não está se sentindo tão disposta quanto estaria no resto do mês. Por isso, não menstruar é uma opção mais do que bem vinda para essas esportistas. As oscilações hormonais do ciclo menstrual podem influenciar negativamente o desempenho dessas atletas.

Aeromoças – Mulheres que trabalham nas rotas aéreas de todo o mundo passam muito tempo dentro de um avião, com acesso limitado a um banheiro pequeno e público. Não menstruar é, portanto, uma opção muito bem acolhida por mulheres que trabalham nessa área.

Modelos – Há profissões em que estar bem disposta e impecável em qualquer tipo de roupa é uma exigência. Ser modelo, um sonho para muitas adolescentes, é uma dessas profissões em que o mau humor não tem vez, assim como a indisposição causada por cólicas e pela TPM.

No entanto, qualquer mulher tem o direito de viver sem menstruar! Você também pode! Converse com seu ginecologista e não sofra mais com esse incômodo!

Pratique esporte e drible a TPM

No campo, na raia, na quadra, no tatame ou na rua. Seja qual for a modalidade, atletas profissionais ou mulheres que adotam a prática esportiva como um caminho para fugir do sedentarismo e manter a forma, têm algo em comum: todas precisam encarar a incômoda TPM, que afeta a disposição, a concentração e o desempenho. Mas será que precisam mesmo?

Quando o assunto é TPM, um dos principais desafios do universo feminino é fazer com que os efeitos indesejáveis não interfiram na vida profissional e pessoal. No período pré-menstrual, são comuns alguns sintomas como inchaços, especialmente em mamas, no abdômen, nas pernas e pés, o que pode causar desconforto maior para quem pratica atletismo e modalidades com bola e salto. As variações de humor, também comuns nessa fase, podem comprometer o rendimento e a concentração das esportistas, além de interferir no convívio com outras atletas e no relacionamento com técnicos.

Resumindo: a soma desses fatores pode fazer com que você perca o pique, ou até desista, do esporte de sua preferência. Para que você não interrompa esses momentos de lazer, que contribuem para a sua qualidade de vida e ajudam a aliviar o estresse do dia, converse com o seu ginecologista. Só ele poderá encontrar uma alternativa para que você não sofra com esses incômodos. Em muitos casos, alguns especialistas optam pela interrupção do ciclo menstrual como estratégia para atenuar o impacto da TPM e garantir maior estabilidade emocional e física. Vale lembrar que a própria atividade física também pode contribuir para a prevenção parcial dos sintomas pré-menstruais. Portanto, sempre consulte seu médico e encontre o melhor método anticoncepcional para que a TPM não se torne uma desculpa para você faltar na academia ou deixar de acordar cedo para fazer aquela caminhada diária.

 

Cólica e TPM não fazem parte da vida da mulher moderna. Viva sem menstruar!

A vida da mulher mudou. É um fato muito claro para todas nós. Mas como lidar com todas as tarefas: ser mãe, mulher, esposa, executiva e ainda, muitas vezes, chefe de família, e ter que aguentar os sintomas desconfortáveis da TPM? Não da, não né?

Com a primeira gravidez também acontecendo depois dos 30 para muitas mulheres, os ciclos menstruais aumentaram. Mas por que sofrer com esses sintomas que atrapalham no dia a dia  e até no humor? Não precisa. A contracepção contínua veio para dar um novo tom à vida das mulheres modernas. Não menstruar não é mais um sonho, é uma realidade!

A cada dia, mais mulheres optam por não ter o segundo filho e principalmente, em viver sem menstruar! Afinal, se livrar da menstruação significa viver sem TPM, sem cólicas e o mais importante, estar livre para realizar todas as tarefas diárias sem se preocupar com esse incômodo.

Entre para o clube das mulheres multitarefas que vivem sem menstruar. Mães, profissionais, esposas e chefes de família cada dia mais optam por uma vida leve sem os sintomas “chatos” da menstruação. ;-)